O deputado Bernardino Soares, líder parlamentar do PCP e eleito da CDU na Assembleia Municipal de Loures, questionou o Ministério da Saúde sobre a possibilidade das populações das freguesias da zona Oriental do Concelho de Loures (Santa Iria de Azóia, São João da Talha, Bobadela, Sacavém, Moscavide, Portela e Prior Velho) virem a ser atendidas no novo Hospital de Loures à semelhança da restante população do Concelho.

Esta reivindicação tem sido apresentada por todos os autarcas do Concelho e pelas populações em causa.

Até agora o Ministério da Saúde não deu qualquer resposta a estas reivindicações criando uma situação de grande dificuldade de acesso aos cuidados de saúde, com o encerramento das urgências do Hospital Curry Cabral e o consequente atendimento dos utentes no Hospital de São José, acrescida aliás do facto de a taxa moderadora da urgência do Hospital de São José ter um valor superior.

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O grupo de trabalho que o Governo constituiu para alterar os preços e as carreiras dos transportes apresentou um estudo vergonhoso contra os utentes, as empresas públicas e os seus trabalhadores.

As populações manifestaram o seu descontentamento em muitos sítios fazendo recuar em bastantes aspetos essa ofensiva. Onde não houve protestos, os cortes mantiveram-se na sai esmagadora maioria.

O mesmo não aconteceu em Camarate, no Bairro dos Fetais. A população manifestou-se frontalmente contra o corte da carreira 207 e o encurtamento da carreira 717 no plenário convocado pela Junta de Freguesia a 18 de Novembro e na marcha realizada a 27 desse mês.

Ambos contaram com a participação de várias centenas de pessoas.

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Com mais de 300 mil pessoas a responderem ao apelo da CGTP-IN, realizou-se no Terreiro do Paço a maior manifestação desde há mais de 30 anos. Foi uma imensa demonstração de indignação e protesto, mas também de confiança na força da luta, para mudar o rumo do País.

O Terreiro do Paço transformou-se, na tarde deste sábado, 11 de Fevereiro, no Terreiro do Povo e da Luta, por via da grande mobilização desenvolvida pelo movimento sindical unitário nas últimas semanas, propiciando a milhares de trabalhadores - particularmente a muitos daqueles que têm estado envolvidos em acções por melhores salários, pela defesa de direitos, contra o encerramento de empresas, pelo pagamento de remunerações em atraso, contra a precariedade injusta e ilegal - uma ocasião ímpar para, em conjunto, protestarem contra a política de direita e as suas mais recentes medidas, com destaque para as que derivam do pacto de agressão.

 

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Na reunião da Assembleia Municipal de Loures realizada ontem, 19 de Janeiro de 2012, foi apresentada uma declaração subscrita por todos os eleitos da CDU, BE, PSD e CDS-PP, que apela aos eleitos do PS na Assembleia Municipal para que considerem as justas críticas que se têm feito ouvir dentro e fora da Câmara, e proponham a retirada da proposta de atribuição do nome “Avenida Carlos Teixeira” a artéria de acesso ao Hospital de Loures, criando assim condições para a escolha e aprovação de outro topónimo, mais abrangente, que realce a contribuição vasta, plural e prolongada por décadas, de homens e mulheres que se bateram pela construção do Hospital de Loures.

A maioria PS na Assembleia, à semelhança do que fez na Câmara Municipal parece querer insistir na despudorada partidarização da conquista do Hospital de Loures e esquecer propositadamente autarcas e população de Loures com e sem partido político que durante décadas lutaram para que o Hospital de Loures fosse uma realidade

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Em comunicado a CDU de Santo Antão do Tojal denúncia a traição do Partido Socialista ao Povo de Santo Antão do Tojal.

Enquanto na Assembleia de Freguesia o PS ia jurando amor eterno à freguesia, afirmando a sua total oposição à sua extinção, preparava em segredo a fundamentação para extinguir Santo Antão do Tojal.
Com a mais infame hipocrisia, a 13 de janeiro na Assembleia de Freguesia os eleitos do PS e perante a população presente reafirmavam que a posição concelhia deste partido era de rejeição da possibilidade de extinção, propondo até que se tomassem medidas mais radicais para impedir que tal fosse por diante.

Menos de uma semana depois na reunião de Câmara de 18 de janeiro o PS apresentou um documento justificando a extinção de cinco freguesias no concelho de Loures, entre elas a de Santo Antão do Tojal.

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Em comunicado aos trabalhadores da empresa Mirandela – Artes Gráficas, o sector de empresas de Loures do PCP, informa sobre as questões colocadas pelo Grupo Parlamentar do Partido Comunista Português ao Ministério da Economia e do Emprego sobre o desrespeito e violação dos direitos dos trabalhadores na empresa

Ler comunicado

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Amanhã, 19 de Janeiro, entra em funcionamento, ainda que parcial, o denominado Hospital de Loures.

Este equipamento, sonhado durante décadas pela população do concelho, foi conquistado num duro combate onde participaram milhares de mulheres e homens de todos os quadrantes políticos e ideológicos, com ou sem partido, mas onde o PCP sempre marcou lugar.

Com espanto, e indignação, os habitantes de 7 freguesias da zona oriental do concelho de Loures (St.ª Iria da Azóia, S. João da Talha, Bobadela, Sacavém, Portela, Prior Velho e Moscavide num total de mais de 96 000 utentes) constatam que não serão atendidos no novo Hospital.

Estas populações estão já a ser enviadas, para efeitos de urgência hospitalar, para o velho e pessimamente localizado Hospital de S. José.

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O deputado Bernardino Soares, líder parlamentar do PCP e eleito da CDU na Assembleia Municipal de Loures, questionou o Governo sobre a intenção da CARRIS relativamente às carreiras 717 e 207 que servem atualmente os Fetais na freguesia de Camarate.

O líder parlamentar do PCP, questionou também o governo através do Ministro da Saúde sobre o encerramento do serviço de Urgências e funcionamento do Hospital Curry Cabral, que serve grande parte da população das freguesias da zona oriental do Concelho de Loures.

- Ler pergunta sobre a possível retirada das carreiras 717 e 207 de Fetais – Camarate »»



- Ler pergunta sobre o encerramento das urgências do Hospital Curry Cabral »»

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A maioria PS que governa a Câmara Municipal, numa clara tentativa de aproveitamento político, aprovou na última reunião de câmara a atribuição do nome do atual presidente do município, Carlos Teixeira, a uma artéria de acesso ao Hospital de Loures, passando esta a designar-se Avenida Carlos Teixeira.

Os eleitos da CDU e do PSD apresentaram em conjunto uma proposta alternativa (ver aqui) no sentido de designar a via como “Avenida do Poder Local Democrático”, homenageando assim todos os autarcas e populares que ao longo dos anos lutaram pelo progresso do Concelho.

A maioria absoluta do PS rejeitou a proposta da oposição, mantendo-se intransigente em atribuir o nome do atual presidente da câmara.

O PS faz assim uma tentativa despudorada de partidarização da conquista do Hospital de Loures e esquece propositadamente autarcas e população de Loures com e sem partido político que durante décadas lutaram para que o Hospital de Loures fosse uma realidade.

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Foram aprovados com a abstenção da CDU os protocolos a celebrar com as Associações de Bombeiros do Concelho para os anos de 2011 e 2012 e que mais uma vez se traduz na redução dos apoios à actividade das corporações.

As reduções dos apoios municipais acontecem há diversos anos, causando uma situação cada vez mais difícil aos Bombeiros do concelho. Os apoios municipais contemplados nos protocolos agora aprovados reduzem-se, em dois anos em mais de 360 mil euros, o que significa um brutal agravamento das condições em que prestam a sua actividade.

A maioria PS não desconhece que, simultaneamente, os Bombeiros sofrem de outros ataques, de que são exemplo mais flagrante as novas condições para o transporte de doentes.

O futuro imediato apresenta-se muito difícil para os bombeiros portugueses, e para os de Loures em particular. Num momento em que há cada vez mais Associações em risco de cessar a sua atividade, também em Loures se corre o risco de ter partes do nosso território não cobertas em matéria de segurança e proteção civil. As populações do concelho ficam assim, num momento particularmente difícil, privadas de meios necessários à sua defesa e à sua segurança.

Ver declaração de voto»»

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