Uma grande arruada em Moscavide, concelho de Loures, que mobilizou mais de 500 activistas e apoiantes, marcou na manhã desta quarta-feira, 30, o arranque das acções de campanha da CDU com a presença de Jerónimo de Sousa.

Uma jornada de mobilização, de esclarecimento e contactos que decorreu toda ela numa atmosfera de crescente confiança na concretização desse grande objectivo que é o do reforço da CDU em votos e deputados.

«Começámos bem o dia», reconheceria, no final, intervindo de um palanque improvisado, o Secretário-Geral do PCP, depois de ter percorrido a principal artéria de Moscavide, ocupada porta sim porta sim por comércio tradicional, e ao longo da qual recebeu constantes manifestações de carinho e apoio.

Beijos, abraços, cumprimentos, saudações de varandas e janelas, acompanhados em muitos casos por palavras de incentivo, como as de uma mulher com um arranjo de cravos vermelhos que se aproximou e os ofereceu ao líder comunista dizendo simbolicamente que «isto é a força para o próximo domingo».

 

 

«Deus lhe dê saúde para combater o que está mal», «puxe lá em S. Bento para que a situação do povo melhore», «votemos CDU pelos nossos direitos», foram algumas das expressões dirigidas a Jerónimo de Sousa que se ouviram ao longo de um percurso em que esteve sempre acompanhado por vereadores e pelo presidente da Câmara Municipal de Loures, Bernardino Soares, por candidatos da CDU pelo distrito de Lisboa, e por dirigentes locais, regionais e nacionais das forças que integram a CDU, tudo numa imensa mole humana que em certas etapas só a custo e em passo lento avançava.

A Jerónimo de Sousa foram ainda relatados problemas de ordem diversa e até de sofrimento, por situações de desemprego, reformas de miséria ou aumentos brutais de IMI, testemunhos vivos de quem sente na pele as consequência de uma política que assume inclusive contornos desumanos, como foi definida por aquela mulher que faz a limpeza no Ministério das Finanças, no Parque das Nações, entre as seis e as nove da manhã, que se levanta às quatro da madrugada, e que não escondeu a sua indignação e revolta por levar para casa 170 euros por mês.

Problemas e anseios relatados numa terra também ela fustigada pela política de direita, sofrendo, como os pequenos e médios empresários, os efeitos de um brutal aumento da carga fiscal, designadamente do IVA e do pagamento especial por conta, levando a que muitas dessas PME estejam hoje na ruína.

Daí a necessidade de uma política que as apoie e não ao capital financeiro, como tem sido até aqui, sublinhou Jerónimo de Sousa, que fez um apelo forte à mobilização de todos para «dar mais um passo» no sentido do esclarecimento de vizinhos e colegas para o voto na CDU, para estar em «melhores condições para a luta» pela política alternativa.

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