Foram aprovados com a abstenção da CDU os protocolos a celebrar com as Associações de Bombeiros do Concelho para os anos de 2011 e 2012 e que mais uma vez se traduz na redução dos apoios à actividade das corporações.

As reduções dos apoios municipais acontecem há diversos anos, causando uma situação cada vez mais difícil aos Bombeiros do concelho. Os apoios municipais contemplados nos protocolos agora aprovados reduzem-se, em dois anos em mais de 360 mil euros, o que significa um brutal agravamento das condições em que prestam a sua actividade.

A maioria PS não desconhece que, simultaneamente, os Bombeiros sofrem de outros ataques, de que são exemplo mais flagrante as novas condições para o transporte de doentes.

O futuro imediato apresenta-se muito difícil para os bombeiros portugueses, e para os de Loures em particular. Num momento em que há cada vez mais Associações em risco de cessar a sua atividade, também em Loures se corre o risco de ter partes do nosso território não cobertas em matéria de segurança e proteção civil. As populações do concelho ficam assim, num momento particularmente difícil, privadas de meios necessários à sua defesa e à sua segurança.

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Na reunião da Câmara Municipal de Loures realizada hoje estiveram em discussão e aprovação os protocolos a celebrar entre a Câmara Municipal e entidades associativas do concelho que trabalham na área cultural.

Os vereadores da CDU votaram contra estes protocolos por estarem em completo desacordo com as opções políticas que eles corporizam e que são da responsabilidade do Partido Socialista.

Para a CDU as coletividades, associações, grupos de teatro, bandas de música, fanfarras, etc. deveriam merecer à maioria absoluta do PS que governa a Câmara, o reconhecimento do insubstituível papel que desempenham na vida cultural concelhia.

A CDU considerou ainda inaceitável que os agentes culturais sejam confrontados com protocolos com efeitos retroativos a 1 de Janeiro de 2011 quando faltam escassos 10 dias para ele terminar.

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Face às propostas apresentadas pelo Grupo de Trabalho para a “Simplificação tarifária e a Reformulação da Rede de Transportes da Grande Lisboa”, nomeado pelo Governo, os eleitos da CDU apresentaram na reunião da Câmara Municipal de Loures, realizada ontem, dia 9 de Novembro, uma moção repudiando veementemente as intenções de redução da oferta pública de transportes no Concelho de Loures.

A moção foi aprovada por unanimidade.

O serviço da CARRIS é necessário e no concelho de Loures não prescindimos dele

Foi recentemente criado pelo Governo um Grupo de Trabalho para a “Simplificação tarifária e a Reformulação da Rede de Transportes da Grande Lisboa”.

Este Grupo de Trabalho propôs, entre medidas gravosas para os cidadãos, a eliminação de 6 carreiras da CARRIS que atualmente servem o Concelho de Loures, nomeadamente as carreiras: 21, Saldanha - Moscavide; 22, Marquês de Pombal -Portela; 25, Estação do Oriente - Prior Velho; 207, Cais do Sodré - Fetais; 210, Cais do Sodré - Prior Velho; 745, Terreiro do Paço - Prior Velho, bem como o “encurtamento” de outras como a 717, atualmente Praça do Chile - Fetais; 28, atualmente Restelo - Portela; a 31, atualmente Moscavide - Av. José Malhoa; a 44, Moscavide - Cais do Sodré; a 781, atualmente Cais do Sodré - Prior Velho.

A serem concretizadas estas medidas, a freguesia de Camarate deixaria de ter serviço da CARRIS, a da Portela ficaria só com uma carreira (83) durante a semana e sem carreira ao fim-de-semana; a do Prior Velho ficaria sem serviço da CARRIS ao fim-de-semana.

A consumar-se, esta proposta conduziria a uma redução brutal da já deficitária oferta de serviço público de transportes no Concelho de Loures empurrando milhares de cidadãos para o transporte individual e deixando todos aqueles que não o podem utilizar, nomeadamente os mais pobres e os idosos, sem soluções.

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Câmara aprova taxas de IMI e nomeia o Conselho de Admimistração dos SMAS

Na reunião da Câmara Municipal de Loures, realizada em 9 de Novembro de 2011, estiveram em análise e discussão a nomeação do Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados de Loures e a as taxas de IMI - Imposto Municipal sobre Imóveis, a vigorar em 2012.

A CDU apresentou propostas alternativas às da maioria PS, nomeadamente a redução do número de elementos do Conselho de Administração dos SMAS e a redução das taxas de IMI a vigorar em 2012.

As propostas da CDU foram rejeitadas.

 

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A recente decisão, por parte do Governo, de aumentar a taxa do IVA de 6% para 23% na energia elétrica e gás, constitui mais uma medida gravosa para os orçamentos e sobrevivência das famílias, das empresas e dos municípios.

Das famílias, porque os rendimentos médios dos portugueses são insuficientes para fazer face a uma crescente escalada de preços de bens e serviços essenciais.

Das empresas, porque a sua competitividade é gravemente afetada.

Dos municípios, porque, na atual situação financeira, este aumento se torna insuportável.

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